História da Vibeiras

A história da Vibeiras remonta ao ano de 1988, no seio do Grupo Visabeira, com sede no centro do país, em Viseu.

O seu conceito nasce de um novo princípio da Arquitectura Paisagista que interpreta cada obra na sua globalidade de forma interdependente e interdisciplinar.

Do forte espírito empreendedor do Arquitecto Paisagista Luís Pereira e de um grupo empresarial de grande visão estratégica nasceu assim a Vibeiras, a primeira empresa em Portugal a definir como seu objecto o projecto e obra de Arquitectura Paisagista, por oposição aos tradicionais hortos e viveiros dedicados unicamente à produção de plantas.

A Vibeiras teve a sua primeira obra em 1990 e desde aí não parou, totalizando neste momento mais de 1000 intervenções na paisagem – desde o pequeno jardim ou simples praça até ao grande parque urbano ou à requalificação de toda uma frente marítima. Não obstantes as diferenças de tipologia ou dimensão, existe um princípio fundamental comum a todas elas: uma boa obra exige um bom projecto.

Ao longo da sua existência, a Vibeiras assistiu a mudanças profundas e à emergência de novos contornos económicos, sociais e ambientais no contexto português e global.

EXPO 98

A Expo’98 foi o acontecimento que colocou Portugal no mapa dos grandes eventos internacionais e que trouxe à capital milhares de visitantes de todo o mundo. Integrada num extenso plano de requalificação urbana e ambiental que transformou a degradada zona oriental de Lisboa para receber a exposição mundial, a intervenção da Vibeiras beneficiou da notoriedade do evento. A Vibeiras foi responsável por grandes intervenções em quatro frentes de trabalho: o Passeio Ribeirinho Sul, o Jardim Triangular (projecto do reconhecido Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles), o jardim envolvente ao Centro de Informação (projecto do Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles também) e em Plataforma Panorâmica, junto à linha férrea, e a plantação de árvores na Alameda dos Oceanos, entre a Gare do Oriente e o recinto da Expo. Na mesma altura, foi construído o passeio pedonal ao longo da marina do Parque das Nações, que conseguiu integrar e pôr em relevo harmoniosamente formais naturais numa envolvente densamente construída. Após a Exposição Internacional, entre 2000 e 2001, realizou-se a maior obra da Vibeiras nesta área, o Parque Urbano do Tejo e Trancão, projectado por um dos mais reconhecidos arquitectos paisagistas da nova geração, João Nunes. Com 18 hectares, a mais extensa zona verde do Parque das Nações beneficia de um excepcional enquadramento com a Ponte Vasco da Gama, uma ponte com 17 quilómetros sobre as águas do extenso estuário do rio Tejo, ligando o Norte ao Sul do País. Perseguindo o objectivo de fornecer um serviço integrado e sustentado a médio/longo prazo, a Vibeiras deteve, durante vários anos, os contratos de manutenção dos espaços verdes no Parque das Nações, quer os por si construídos quer outros que entretanto lhe foram confiados.

A ENTRADA NO GRUPO CONSTRUTOR ENGIL E MOTA-ENGIL

A sólida reputação e portfólio que a Vibeiras construiu em menos de uma década atraíram as atenções de vários grupos económicos portugueses e estrangeiros que souberam reconhecer o seu potencial de crescimento e dinamismo. A Vibeiras reagiu positivamente à aproximação do grupo construtor Engil, que se tornou accionista maioritário em 1990. A situação viria a alterar-se novamente com a aquisição da Engil pela Mota e Companhia, formando a Mota-Engil, o maior grupo construtor português. A empresa ganhou dimensão e peso, sem nunca perder o entusiasmo e a capacidade de resposta face a um novo desafio.Melhor empresa do Ano de 2005 do Distrito de Santarém A Vibeiras recebeu o Galardão “Melhor Empresa do Ano de 2005”. Este prémio está enquadrado numa iniciativa de um importante jornal da região Centro e da Associação Empresarial Nersant. Foi entregue numa cerimónia pública, com a presença de vários autarcas e empresários locais. Esta distinção foi fruto dos bons indicadores de performance económica do ano de 2005, tais como Volume de Facturação, a Criação Líquida de Emprego, o Recurso a Novas Tecnologias, as Relações com o Mercado Externo e a aposta na Certificação da empresa.

DIVERSIFICAÇÃO E A ENTRADA NO MERCADO DO GOLFE - ÁREAGOLFE

Atenta à evolução do mercado, a Vibeiras implementou desde 2006 um plano de expansão, tanto ao nível da internacionalização como da diversificação de negócio, explorando noas áreas de aplicação do seu vasto know-how. A Áreagolfe foi constituída em 2007 com o objectivo de aumentar a presença da Vibeiras no mercado do golfe, ao nível da construção, da manutenção e da consultoria técnica. Desde a sua criação, já esteve envolvida na construção e requalificação de 6 campos de golfe e na manutenção de outros 3, garantindo uma carteira de projectos significativa e consolidando a sua actividade.